sábado, 22 de maio de 2010

Cala-te.

Queria dizer tanta coisa, mas ás tantas que mais há para dizer?
Magoaste-me mais uma vez, fizeste-me sentir como o maior peso que o mundo poderia ter.

Desculpa. Não posso ser mais do que sou. Agora divido-me entre uma adolescente confusa e uma adulta decidida, porém, não podes simplesmente obrigar-me a fazer o papel de marido, pois não o sou.

Não me podes obrigar a fazer todas as decisões, nem fazer as decisões por mim. Não me podes pressionar a ser mais, quando ninguém mais mo permite. Não me podes puxar a tornar-me num ser sobrenatural.

Eu sou só isto, e para ti nada.
E sei que se chorar, estarei errada outra vez, porque tu foste mais forte, e eu fui fraca em mostrar te o que realmente sentia. Ou fraca em mostrar te o que tu me fizeste sentir.

Sei que não vou conseguir. Mas cala a boca, e deixa-me tentar. Talvez apenas para me iludir, e todavia, deixa me.

Não te vai magoar de qualquer maneira, apenas afastar.

1 comentário:

Mariana Salgado Serra disse...

why are you writing this.. can you just talk with me plz?... I feel kind of useless for you..